sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A Parva da Geração Parva - Mais uma Parva a Aparvoar.
Ontem à noite pesquisei o nome "Isabel Stilwell" no Google. Fui parar a um artigo do Destak em que esta senhora explica, tão sabiamente, quão burros e atrasados são os jovens portugueses, que para além de pobres, coisa que Stilwell com certeza sabe o que é, são mal agradecidos. "Deixem-se de mariquices e vão mazé trabalhar, pá!", diz ela. Bem, na verdade não diz, mas bem podia dizer, que a ideia era a mesma.
Eu, sinceramente, desconheço o percurso de vida desta mulher. Nem tampouco faço a mais pequena ideia de quem ela seja. Dela só sei aquilo que li neste artigo, e isso basta-me. Basta-me saber que, para ela, os verdadeiros culpados da crise somos nós, os jovens estudantes, os jovens trabalhadores, os jovens empresários, os jovens desempregados... porque o Mundo à nossa volta é o Pai Natal, e o contexto de crise internacional e de bancarrota é completamente irrelevante para o caso. É assim. O país dá-nos tudo, e nós é que não lhe damos nada a ele. Ora essa, só é desempregado quem quer, não é Isabel?
Então e os nossos pais e avós que, aparentemente, cantaram no Ultramar? E já que se falam desses, então e os reis, rainhas e nobres portugueses, padroeiros dos Descobrimentos? Bem, segundo esta senhora, todos eles estão às voltas na tumba, por esta Geração Rasca, que não se desenrasca. Que vergonha. Que desilusão. Suponho que os jovens desempregados, desgraçados, do Crash da Bolsa de 1929 também fossem uns incompetentes. Resumindo, o grande problema que eu tenho com esta "crítica" da dona Stilwell é que mais uma vez, como sempre, para sempre, a batata quente da luta pelo desenvolvimento e recuperação económica é passada para a geração seguinte, sem que a parte que realmente criou o contexto de crise assuma qualquer responsabilidade. Isso enerva-me solenemente, e ainda mais se a pessoa em questão nem sequer se digna a apresentar soluções viáveis para o problema.
Eu, sinceramente, desconheço o percurso de vida desta mulher. Nem tampouco faço a mais pequena ideia de quem ela seja. Dela só sei aquilo que li neste artigo, e isso basta-me. Basta-me saber que, para ela, os verdadeiros culpados da crise somos nós, os jovens estudantes, os jovens trabalhadores, os jovens empresários, os jovens desempregados... porque o Mundo à nossa volta é o Pai Natal, e o contexto de crise internacional e de bancarrota é completamente irrelevante para o caso. É assim. O país dá-nos tudo, e nós é que não lhe damos nada a ele. Ora essa, só é desempregado quem quer, não é Isabel?
Então e os nossos pais e avós que, aparentemente, cantaram no Ultramar? E já que se falam desses, então e os reis, rainhas e nobres portugueses, padroeiros dos Descobrimentos? Bem, segundo esta senhora, todos eles estão às voltas na tumba, por esta Geração Rasca, que não se desenrasca. Que vergonha. Que desilusão. Suponho que os jovens desempregados, desgraçados, do Crash da Bolsa de 1929 também fossem uns incompetentes. Resumindo, o grande problema que eu tenho com esta "crítica" da dona Stilwell é que mais uma vez, como sempre, para sempre, a batata quente da luta pelo desenvolvimento e recuperação económica é passada para a geração seguinte, sem que a parte que realmente criou o contexto de crise assuma qualquer responsabilidade. Isso enerva-me solenemente, e ainda mais se a pessoa em questão nem sequer se digna a apresentar soluções viáveis para o problema.
Politiquices
Silvio Berlusconi disse, quando questionado acerca do destino dos 6200 imigrantes ilegais vindos do Norte de África, em alusão às suas festas "bunga-bunga":
- De acordo com um inquérito, quando questionadas se gostariam de ter sexo comigo, 30% responderam que sim, e as restantes 70% perguntaram "O quê? Outra vez?".
- De acordo com um inquérito, quando questionadas se gostariam de ter sexo comigo, 30% responderam que sim, e as restantes 70% perguntaram "O quê? Outra vez?".
quarta-feira, 9 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Composição de Português - desisto.
Cheguei a um ponto em que digo, mesmo: desisto! Estou farta de tentar escrever uma porcaria de uma reflexão com limite de 200 palavras! Não dá! Eu escrevo como me apetece e me dá na gana, olha agora... Bah.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Estudo para composição de Português (tentativa 2)
NOTA: letras vermelhas é o que quero alterar
"Perseverança? Não, não é bem isso... a palavra não me soa bem. Força? Coragem? Isso é o que toda a gente vai dizer. Não, já sei: altruísmo e modéstia.
Um herói tem de pensar nos outros. Ele põe-se sempre na pele dos que o rodeiam, tenta percebê-los e ajudá-los da melhor maneira que pode. Um herói não precisa necessariamente de acertar sempre: precisa de saber olhar para o que fez de errado e esforçar-se por não o repetir/se corrigir. Um herói não se gaba.
Acho que, no fundo, o que quero dizer é que um herói tem consciência. Isso significa que, antes de pensar naquilo que é melhor para si, pensa naqueles que dependem dele. Por exemplo,..."
"Perseverança? Não, não é bem isso... a palavra não me soa bem. Força? Coragem? Isso é o que toda a gente vai dizer. Não, já sei: altruísmo e modéstia.
Um herói tem de pensar nos outros. Ele põe-se sempre na pele dos que o rodeiam, tenta percebê-los e ajudá-los da melhor maneira que pode. Um herói não precisa necessariamente de acertar sempre: precisa de saber olhar para o que fez de errado e esforçar-se por não o repetir/se corrigir. Um herói não se gaba.
Acho que, no fundo, o que quero dizer é que um herói tem consciência. Isso significa que, antes de pensar naquilo que é melhor para si, pensa naqueles que dependem dele. Por exemplo,..."
Estudo para composição de Português (tentativa 1)
Num texto bem estruturado, com um mínimo de cento e cinquenta e um máximo de duzentas palavras, apresenta uma reflexão sobre o que é, para ti, ser hoje um herói. Refere a virtude que consideres ser-lhe forçosamente indispensável. Para fundamentar o teu ponto de vista, recorre, no mínimo, a dois argumentos, ilustrando cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo.
[NOTA: letra vermelha são as partes que quero mudar
(?) são as partes que não fazem sentido (nem na minha cabeça...)]
"Não acredito em heróis. Acredito em pessoas reais, com vidas reais, problemas reais, qualidades reais e defeitos reais. Acredito que não há ninguém infalível, que niguém devia ser divinizado, idolatrado ou sobrevalorizado devido a certos traços que tem, ou a actos que pratica, ou a ideologias que defende. Acredito na unidade do ser-humano, na individualidade de cada um de nós e na necessidade que todos temos de compensar connosco próprios as nossas próprias falhas. Mas ao dizer isto, torno-me numa dessas pessoas papagueantes que pensa estar a dizer uma coisa extremamente profunda e visionária, mas que afinal é apenas um «cliché», ou a vida como eu gostaria que ela fosse. Afinal, o que seria de nós se não fossem... os heróis? Melhor ainda, afinal, o que é um herói?
Para mim, um herói é alguém que não é ninguém (?). Imagino, por exemplo, o Martin Luther King, que desempenhou um papel importantíssimo na luta pela igualdade racial nos EUA. Depois imagino a minha mãe, que um dia me olhou de soslaio, rigidamente, após eu ter proferido uma piada racista sem sequer me aperceber. É claro que o M. L. King mudou vidas, mas o olhar da minha mãe, naquele dia, mudou a minha vida. E um herói não é suposto ser um exemplo pessoal?
Resultado: FAIL
[NOTA: letra vermelha são as partes que quero mudar
(?) são as partes que não fazem sentido (nem na minha cabeça...)]
"Não acredito em heróis. Acredito em pessoas reais, com vidas reais, problemas reais, qualidades reais e defeitos reais. Acredito que não há ninguém infalível, que niguém devia ser divinizado, idolatrado ou sobrevalorizado devido a certos traços que tem, ou a actos que pratica, ou a ideologias que defende. Acredito na unidade do ser-humano, na individualidade de cada um de nós e na necessidade que todos temos de compensar connosco próprios as nossas próprias falhas. Mas ao dizer isto, torno-me numa dessas pessoas papagueantes que pensa estar a dizer uma coisa extremamente profunda e visionária, mas que afinal é apenas um «cliché», ou a vida como eu gostaria que ela fosse. Afinal, o que seria de nós se não fossem... os heróis? Melhor ainda, afinal, o que é um herói?
Para mim, um herói é alguém que não é ninguém (?). Imagino, por exemplo, o Martin Luther King, que desempenhou um papel importantíssimo na luta pela igualdade racial nos EUA. Depois imagino a minha mãe, que um dia me olhou de soslaio, rigidamente, após eu ter proferido uma piada racista sem sequer me aperceber. É claro que o M. L. King mudou vidas, mas o olhar da minha mãe, naquele dia, mudou a minha vida. E um herói não é suposto ser um exemplo pessoal?
Resultado: FAIL
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A Anedota do Ano
De: Pai
17/02/2011 19:38
eu propus lacharmos na 3ª-feira passada, não amanhã, que nao posso.
além disso o que se passou na 2ª-feira ainda me magoa muito.
acho que preciso de algum tempo.
bj grd
17/02/2011 19:38
eu propus lacharmos na 3ª-feira passada, não amanhã, que nao posso.
além disso o que se passou na 2ª-feira ainda me magoa muito.
acho que preciso de algum tempo.
bj grd
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A Sério?
Estou horrorizada.
Esta mulher... sujeitou-se a usar espartilhos tão apertados, provavelmente desde que se tornou uma mulherzinha, que ficou com uma cintura literalmente de vespa!!
Esta foto é do princípio de 1900... porém hoje em dia é-nos difícil olhar para isto e compreender que, de facto, ela era considerada bela no seu tempo. Os padrões de beleza alteram-se, mas aparentemente sempre foram cruéis. Principalmente para com as mulheres.
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